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quarta-feira, 21 de outubro de 2009

05 filmes que me levarão ao cinema...

Sem grandes delongas, aqui estão os filmes que vão fazer que eu sai de casa em direção ao cinema nestes últimos meses de 2009:

05) 2012: não é exatamente meu tipo de filme, mas tem o John Cusack. Qualquer filme que tenha Cusack no elenco merece ser assistido na tela grande. Se não der pra ser assim, pelo menos 3 vezes em DVD. Mas tirando essa razão (que já seria o suficiente), o trailer parece interessante e por mais que a premissa da história não seja novidade nenhuma (mesmo quem não conhece a teoria maia de que o mundo acaba em 21/12/2012), todos os filmes do Roland Emmerich apresentam cenas bem interessantes do Apocalipse. Vai dizer que você não ficou minimamente curiosa ao assistir o trailer e ver o Cristo Redentor caindo aos pedaços?!

04) 9 - A salvação: eu sei que o filme já estreou, mas como ainda não pude ver, continua na minha lista de must watch. O tema fim dos dias nunca sai de moda, mas agora vem em versão animada com as vozes da Jennifer Connely e do Elijah Wood (entre outros atores renomados) e é produzido pelo Tim Burton. Credenciais melhores é quese impossível. No IMDB a trama é resumida com a frase "Um pesadelo pós-apocalíptico no qual toda a humanidade está ameaçada". É só pensar em Nightmare Before Christmas e lembrar que qualquer pesadelo que tenha um dedinho do Tim Burton é um sonho cinematográfico que não deve ser deixado de lado...

03) 500 dias com ela: todo ano tem que ser lançado um novo filme cult que vai ser idolatrado pelos alternativos e indies de plantão. Em 2009 esse filme é esse aqui! Como geralmente eu adoro este tipo de filme (Cameron Crowe sempre vai ser o rei deste gênero cinematográfico), não vai ser este que vou deixar de ver, especialmente porque 90% destes longas nem chegam aos cinemas aqui no sul, então quando estreiam, se tornam imperdíveis. Se não fosse motivo o bastante, mesmo achando a Zooey Deschannel bem, digamos, enfadonha (esse comentário pode custar a minha vida) tem o lindinho Joseph Gordon Levitt (cada vez mais me lembrando o Heath Ledger) para todos aqueles que como eu sentem saudades dos tempos de 3rd rock from the sun...


02) Coco antes de Chanel: mesmo que Audrey Tautou ainda tenha que pagar pelo pecado Código Da Vinci, temos que elogiar suas tentativas de redenção. Mesmo sendo um filme bem diferente, ao dar a vida a estilista Coco Chanel parece conseguir fazer com que o espectador se lembre porque se apaixonou por ela ao assistir Les Fabuleux destin d'Amélie Poulain pela primeira vez. E se a os membros da Academia tem aberto as portas para os estrangeiros nos últimos anos e deram o prêmio para a igualmente maravilhosa Marion Cotillard por sua encarnação de Edith Piaf, porque o mesmo não poderia acontecer com Audrey?!

01) Onde vivem os monstros: finalmente o filme do ano, ao menos para mim. Juntar a linguagem cinematográfica inovadora de Spike Jonze com uma popular história fantástica infantil é uma combinação que só poderia dar certo, assim como nos anos 80, Wolfgang Petersen conseguiu fazer com A história sem fim. O enredo é simples: o menino Max se refugia em um mundo de imaginação porque acha que na vida real ninguém o compreende. Essa sensação que toma conta de todos nós durante a infância (e ás vezes se estende por tanto tempo que nunca acaba) gera um universo dos sonhos extraordinário, repleto de criaturas monstruosas que despertam os sentimentos mais selvagens que podem existir, como o medo e a curiosidade, por exemplo. Um reino para ser explorado é o que Jonze tirou do livro de Maurice Sendak e colocou na telona, ainda com uma trilha sonora assinada por Karen O do Yeah Yeah Yeahs que não sai do iPod....


Espero que de certo modo o Receituário Pop tenha ajudado a incrementar o seu roteiro cinematográfico. Agora é o momento da confissão: eu vou ver New Moon sim, especialmente porque cinema-pipoca é uma delícia. Mas sou capaz de esperar pelo DVD mesmo...

No próximo Receituário: escolhendo as opções...

sábado, 22 de dezembro de 2007

05 personagens que valeriam uma grande reportagem...

Devido à falta de subsídios, traduzindo: computador decente e internet, o Receituário ficou parado! Mas era preciso voltar antes que 2007 acabe! Antes de 2008 ainda vem a lista de melhores discos de 2007! Como diria Regina Spektor: you just have to wait...

Aos poucos vou entrando em modo stand by. Preciso descansar um pouco e planejar o ano seguinte porque tenho uma pedreira pela frente: a temida monografia. Com anteprojeto pronto, agora é hora de por a mão na massa e a pressão é grande.

Então, como tenho respirado jornalismo literário, resolvi fazer uma lista um pouco diferente. Como fã de grandes nomes deste gênero jornalístico (porque não é apenas literatura!!!) como Gay Talese, Tom Wolfe, Joseph Mitchell e Norman Mailler tentei imaginar: se pudesse escrever grandes reportagens do tipo O Segredo de John Gould ou qualquer uma contida em Fama e Anônimato, sobre quem eu faria?

De repente, assistindo um filme, me deparei com a idéia: existem personagens no cinema tão humanos e fascinantes que se fossem reais seriam grandes temas para até mesmo um livro. Para preservar a integridade da idéia de realidade, tirei qualquer personagem de filmes de fantasia. Não é dessa vez que eu entrevisto o Sirius Black!!! Aqui vai a lista de 05 personagens que valeriam uma grande reportagem...

05) Frank Slade - provavelmente só há um ator que conseguiria implacar mais personagens nesta lista do que Al Pacino (e ele aparece depois). No entanto não conheço alguém mais intrigante que o cego de Perfume de Mulher. Se Hunter Thompson acompanhou a saga do Hell's Angels, viajar por Nova York com uma pessoa que não enxerga dirigindo, seria no mínimo fascinante! Sem contar que a cena do tango daria uma bela observação detalhadíssima...

04) Trevor Reznik - como esse homem se transformou no Batman? Em O Operário, Bale dá vida a um homem que está prestes a morrer porque sofre de insônia. Trabalhando em uma fábrica Trevor coloca a própria vida e a dos outros em risco devido a todos os efeitos colaterais de um ano sem dormir. Não apenas a integridade física está a perigo, mas também a sanidade de Reznik. Uma das frases que define o filme seria um ótimo ponto de partida para uma grande história: Como você acorda de um pesadelo, quando não está dormindo?

03) Lester 'Worm' Murphy - as reportagens policiais ficaram muito mais interessantes depois do surgimento do jornalismo literário e apesar de Truman Capote ter me decepcionado em outras obras, A Sangue Frio sempre será um clássico. Então, para uma boa reportagem criminal eu gostaria de seguir os passos do personagem de Edward Norton em Cartas na mesa. Concordo que o ator tem outros personagens mais fascinantes como em As duas faces de um crime ou Clube da Luta, no entanto Murphy está imerso no mundo da jogatina que eu acho extremamente interessante...

02) Ethan Powell - finalmente o ator que mais dificultou minha vida. Como escolher apenas um personagem do grande Anthony Hopkins. Isso que descartei de cara a chance de entrevistar Hannibal Lecter! Então fiquei entre o assassino que quase realizou o crime perfeito e o antropólogo de Instinto. Venceu a antropologia! Powell é um antropólogo que vai morar na selva da África para estudar macacos e desaparece. Quando ele finalmente é encontrado, dois anos depois, ele parece ter o instinto assassino da sobrevivência adquirido pelos anos de convivência com os animais. Internado em uma clínica para doentes mentais, dai se desenrola uma grande investigação psicológica sobre a vida de Ethan. Resumindo, homem passa a viver em meio a macacos e se torna assassino quando volta a civilização. Manchete longa mas chamativa...

01) Arthur Abbott - finalmente o número 1, o homem que inspirou essa lista. Que eu adoro o filme O Amor não tira Férias, todo mundo sabe. Mas apesar de Jude Law sempre ser um grande atrativo, a razão do meu afeto no filme de Nancy Meyers é esse personagem vivido por Eli Wallach. Arthur é um antigo roterista de filmes clássicos de Hollywood. Agora, já velhinho, ele guarda em casa e na memória, lembranças da era dourada do cinema americano. O discurso de Arthur quando ele vai receber uma homenagem pela sua contribuição para o cinema define bem o personagem: "Eu vim para Hollywood a mais de 60 anos e imediatamente me apaixonei pelos filmes. E este é um romance que tem durado uma vida inteira. Logo que eu cheguei a Inseltown, não havia cineplexes ou multiplexes. Nada do tipo Blockbuster ou DVD. Eu estava aqui antes dos conglemerados serem donos dos estúdios. Antes dos filmes terem equipes de efeitos especiais. E definitivamente antes dos resultados do box office ser noticiado como o resultado do baseball no jornal da noite...". Horas e horas de conversas passariam como um raio, com tantas histórias maravilhosas para serem contadas...

No próximo Receituário: apenas os melhores...

quinta-feira, 8 de novembro de 2007

10 melhores músicas da trilha de I'm not there...

Nos últimos dias não consigo parar de ouvir a trilha sonora de I'm not there. Caso alguém não saiba trata-se do filme sobre o Bob Dylan. Mal consigo ver a hora de assistir Christian Bale, como um dos intérpretes do cantor americano. Mas enquanto isso não acontece, selecionei as minhas 10 prediletas, entre as 34 canções do cd duplo. Pode pegar o violão...

10) Antony and the Johnsons - Knocking on the heaven's door: não me prestei a pesquisar qual música do Dylan tem mais versões, mas se eu tivesse que chutar diria que é essa (viva o Zé Ramalho). Por isso mesmo, por mais emocionante que seja qualquer canção interpretada por Antony, fica aquele pensamento: poderia ser melhor...

09) Charlotte Gainsbourg & Calexico - Just like a woman:
para provar que fui mais imparcial possível nesta lista (deixei até Eddie Vedder de fora) temos o fato que não vejo a menor graça na filha de Serge e Jane! Mas a versão de Just like a woman, do Blonde on Blonde (1966) ficou suave, melódica e encantadora na medida certa...

08) Yo la tengo - I wanna be your lover:
o YLT regressa alguns anos para fazer o cover dessa música do disco Biograph (1985) que só deixa uma sensação: afaste os móveis da sala e dance que nem doido! Vale até dar uma de Tom Cruise deslizando pelo corredor...

07) Glen Hansard & Márketa Irglová - You ain't going nowhere:
o irlandês criador do The Frames se junta com a cantora tcheca para capturar o espírito dessa faixa do The Basement Tapes (1975). E acabou funcionando muito bem...

06) Sonic Youth - I'm not there:
Thurston Moore aumenta o som da música composta na época de The Basement Tapes. Acabou não sendo lançada oficialmente, porém veio parar em dose dupla no cd (única música com Dylan nos vocais). Mas eu fico com a versão...

05) John Doe - Pressing on:
pela música eu não fazia idéia quem era esse cara (tive que fazer esse trocadilho infâme). Depois descobri que ele foi o fundador de uma das melhores bandas a sair da cena punk de Los Angeles, o X (She had to leave Los Angeles... she had to get out... lembra alguma coisa?). Na música do disco Saved (1980) ele faz uma homenagem às belas músicas de igreja...

04) Jeff Tweedy - Simple twist of fate: o vocalista do Wilco continuou no embalo das melodias perfeitas do último disco de grupo, Sky Blue Sky, para mostrar que uma das mais lindas histórias de Blood on tracks (1975) continua sendo uma narrativa perfeita mais de 30 anos depois...

03) Stephen Malkmus - Maggie's farm: o ex-Pavement não fez uma, nem duas músicas, mas três versões. Difícil escolher a melhor, no entanto apelamos para a clássica do Bringing it all back home (1965). O vocalista conta com a ajuda dos Million Dollar Bashers (nome tirado de uma das canções de The Basement Tapes). A banda formada especialmente para a gravação da trilha, conta com pesos-pesados como Lee Ranaldo e Steve Shelley (Sonic Youth), Tom Verlaine (Television), Nels Cline (Wilco)...

02) Cat Power - Stuck inside of mobile with the Memphis blues again: depois da Charlotte me surpreender, fui arrebatada pela Chan Marshall. Estava a ponto de desistir de entender o porque de não me sentir atraída pelas criações da cantora, mas a versão de Stuck inside me deixou com vontade de dar mais uma chance a moça! Quase 7 minutos empolgantes...

01) Mark Lanegan - Man in the long black coat: tudo bem que até cover de Hit me baby one more time na voz de Lanegan, me deixaria satisfeita (até pagava para ouvir isso hehehe). Mas o que eu posso fazer se a voz deste homem consegue juntar o céu e o inferno? Tirada do disco Oh Mercy (1989), Mark me deixou arrepiada! Tenha piedade...

Cadê? para o meu gosto, uma cover feita pelo Ryan Adams seria muito bem vinda! Ele interpretando Love Sick já é classe A (e eu juro que já vi ele brincando com a Subterranean Homesick Blues, só não lembro onde!), mas se eu pudesse escolher, gostaria de vê-lo cantando a minha favorita de Mr. Dylan: Desolation Row... ia ser lindo, de chorar, soluçar, e tudo o mais...

No próximo Receituário: 5 amigas de Julieta?

terça-feira, 30 de outubro de 2007

Atendendo a pedidos...

Finalmente pude reservar um tempo para atender a dois pedidos que me foram feitos! Começando pelo mais difícil:

Você sabe o que é um Meme? Pois é... eu também não sabia! Fiquei sabendo através da comunidade Eu tenho um blog. A convite do Negão Internauta e com explicação do próprio, lá vai:

"O que é um Meme?"
Meme é tipo uma corrente entre blogueiros. Os memes, em geral, funcionam assim:
1º Alguém inventa um Meme. Exemplo
2º Esse alguém fala para quem quiser postar sobre o assunto e passar adiante.
3º As pessoas que gostaram postam sobre o meme em seus blogs e convidam os mais próximos a fazerem o mesmo. Exemplo
4º Os mais próximos postam o meme e passam adiante
5º E assim vai se espalhando...

O Meme proposto pelo Negão é sobre filmes, mas cada um escolhia o seu tema. No meu caso, para fechar com o segundo pedido que responderei, escolhi dois filmes adaptados da literatura.

Não é a toa que o Oscar tem uma categoria de roteiro adaptado. Clássicos da literatura são ótimos pontos de partida para películas. Mas muito se discute quanto a qualidade dessas adaptações, e freqüentemente alguém solta o comentário: o filme não é fiel ao livro. De uma vez por todas, não dá para entender que são dois meios diferentes, com linguagens distintas. Agora, com livros saindo direto da gráfica para o cinema, essa situação só deve se agravar. Aqui vão dois filmes que talvez não tenha visto, mas valem a pena:

O velho e o mar (1958):

Que eu idolatro Ernest Hemingway isso não é novidade, mas este filme é a prova que uma adaptação pode ser fiel, praticamente sem tirar nem por! Assisti o filme para fazer um trabalho comparativo entre o original e a versão e posso afirmar, para quem acha que até diálogos devem ser preservados em casos como esses, aqui está um ótimo exemplo. Mas admito que o livro ainda é melhor. Talvez pelos poucos recursos da época, o filme é lento e as metáforas de Hemingway parecem se perder em meio a imagens repetitivas.

Grandes esperanças (1998):

Eu simplesmente idolatro esse filme e se possível, quando me formar em Letras, faço a minha monografia comparando esta produção com o original escrito por Charles Dickens. No caso do filme de Alfonso Cuarón, a adaptação ficou livre o bastante para modernizar a história escrita no século 19. O diretor tirou a trama do velho mundo Londrino e trouxe para a cidade que tem novidade até no nome, Nova York. É difícil falar de um filme tão perfeito. Sobre a trilha pelo menos eu consegui. Leia aqui...

O segundo pedido que me foi feito veio do blog da minha amiga, Lívia. Quem nunca participou de correntes literárias? Aqui vai mais uma:

1. Pegue um livro próximo (PRÓXIMO, não procure);
2. Abra-o na página 161;
3. Procure a 5ª frase completa;
4. Poste essa frase em seu blog;
5. Não escolha a melhor frase nem o melhor livro;
6. Repasse para outros 5 blogs.

Meu resultado, extraído do livro "Odisséia" de Homero (editora Cultrix, 2006):

" - Por que, sendo assim, não o puseste ao corrente, se em teu coração tudo sabias? ".

Minhas 5 indicações para responder ao Meme e (ou) a corrente literária? Ah, não quero obrigar ninguém, mas só para não ir contra a corrente indico a Lívia (vai que o Meme é teu hehehe), o Negão, o Yan (que fez a bondade de criar o lay do Receituário), a Maitê (de blog novo) e a Ingrid (agora com um motivo para atualizar).

No próximo Receituário: faça de mim uma pessoa sugestionável...

terça-feira, 9 de outubro de 2007

05 músicas que me faziam feliz quando criança

O dia das crianças se aproxima e para celebrar uma listinha de presente! O tema é meio óbvio, mas seria ainda mais se eu não admitisse que até hoje adoro essas músicas e ás vezes me surpreendo com elas ecoando na minha cabeça sem parar.

Montando este top também percebi como tinham poucas músicas infantis que eu gostava, de verdade! Por essa razão me compremeti a colocar apenas canções realmente infantis. Não é porque eu escutava Van Halen antes de dormir que Poundcake viria parar aqui.

Bateu uma nostalgia... e também deu uma pena das crianças de hoje... agora precisam aturar RBD enquanto a gente era embalado por Carrossel. Para ver e ouvir selecionei os vídeos no You Tube, mas como ele me odeia (ou é problema de bios mesmo), deu problema para postar, então só linkei. Olha lá!!! And welcome to the good times...

05) TV Colosso - Eu não largo o osso: se tem uma coisa que sempre será um mistério para mim é a razão da Globo ter tirado a TV Colosso do ar. De tão legal que era, nem mesmo a abertura cantada pelas Paquitas estragava o show. Uma vizinha minha tem um cachorro da mesma raça da Priscila, toda vez que a vejo passeando a música começa a tocar nas minhas lembranças. Estava ai um bom motivo para acordar cedo! Olha lá...

04) Os Saltimbancos Trapalhões - História de uma gata: é óbvio que este filme tinha que estar aqui, não apenas porque Didi, Dedé, Zacarias e Mussum faziam parte da vida de quealquer criança feliz (eu tinha um boneco do Didi, mas gostava mais do Zaca), mas também porque essa é uma das trilhas sonoras mais geniais que já existiram. Foi difícil escolher qual me marcou mais, Pirueta quase levou a melhor, mas a performance de Lucinha Lins é impagável! Olha lá...

03) Mogli (The Jungle Book) - Bare Necessities: eu posso ser linchada por dizer isso, mas nunca gostei muito da história do Mogli (nem do Tarzan), mas essa música é genial, dentro e fora do filme! A versão em português também é engraçadinha, mas o original é imbatível, tanto que tenho essa canção no meu mp3, solta entre coisas como Patrick Wolf, Regina Spektor, Feist, Nick Cave, The National e por aí vai! Olha lá...

02) Mary Poppins - Supercalifragilisticexpialidocious: depois de anos tentando entender o porque, entendi qual a razão para eu parecer uma metralhadora quando falo. Essa rapidez adiquirada é resultado de anos e anos cantando Supercalifragilistic... Admito que eu cantava em português, não era tão genial assim, mas a idéia nem era parecer isso e sim conseguir falar e me sentir mais velha, quase adulta, complexo de Peter Pan ao inverso, afinal dizia a letra: Supercalifralistiexpialidoce, sei que o som dessa palavra não é nada doce, a criança que falar vai parecer precoce! Olha lá...

01) Labirinto - Magic Dance: surpresa... ou não!!! Quem me conhece sabe que qualquer música do Labirinto estaria em primeiro lugar, e quem já teve o prazer (ou desprazer) de ver o filme comigo, sabe o motivo (obsessão é pouco). Mas como era para escolher uma música, selecionei o clássico com o díalogo de abertura mais improvável da história. Não é preciso dizer mais muita coisa, certo? You remind me of the baby... what baby?... the baby with the power... what power?... the power of voodoo... who do?... you do... do what?... remind me of the baby! Olha lá...

No próximo Receituário: cinco discos imperdíveis de 2007 que você perdeu

quarta-feira, 4 de julho de 2007

05 protagonistas para o filme sobre minha vida...

Em ritmo de férias! Pra começar a entrar no espírito de relaxamento uma lista completamente inútil surgida durante conversas muito úteis.

Quem nunca ouviu aquelas perguntas tipícas de questionário do tipo: se sua vida fosse um filme, qual seria a trilha? Evoluindo um pouco na pergunta, o top de hoje é formado pelas cinco atrizes que me interpretariam no filme sobre a minha vida. Prepare-se para rir da minha pretensão...

05) Jennifer Connelly: tudo bem que ela tem os olhos mais lindos que eu já vi e são bem diferentes dos meus, mas é o que eu posso fazer se ela é a minha atriz predileta? Depois viria a Liv Tyler, mas até eu tenho noção que Tyler and me, tem nada a ver!
Em ação: a Jennifer é a minha queridinha desde os tempos de Labirinto. Quem sabe trabalhando juntas no filme, ela me explique como pôde abandonar o David Bowie!

04) Maggie Gyllenhaal: sabe que não tem nenhum motivo muito especial, com exceção do fato que acho a Maggie uma ótima atriz. E se ela prometer receber visita do irmão Jake durante as filamgens, a contrato na hora.
Em ação: a lista é grande, A Secretária, Sherry Baby, Cecil B. Demented... mas fico com o Donnie Darko mesmo! Deu pra sentir as segundas inteções...

03) Natalie Portman: não entendo a obsessão com a Scarlett Johanson. Natalie Portman é a melhor. Bonita, inteligente, fofa, querida... e ótima atriz, é claro. Quando eu crescer quero ser Natalie Portman.
Em ação: difícil escolher só um filme, tem de rainha a vingadora, mas vamos com a Sam de Garden State... so sweet!

02) Alanis Morissette: de todas as escolhas, essa foi a única que apareceu por questões físicas. Desde que ela apareceu em 1995 com Jagged Little Pill ouço essa comparação: nossaaa, como você é parecida com a Alanis. Então, papel pra ela!
Em ação: como o filme sobre o Cole Porter é muito chato, tenho que ficar com o Dogma mesmo!


01) Anna Paquin: tudo bem que dos X-Men eu adoro a Jean Grey, mas escalar Famke Janssen já é um pouco demais. Então, inspirada pela inconstância de comportamento de Anna Paquin (vide seus personagens que nunca são muito estáveis) primeiro lugar pra ela. Ah, e ela ganhou um Oscar aos 12 anos de idade. precoce que nem eu hahahaha...
Em ação: apelando para um personagem que talvez alguns não lembrem, o que é um pecado, assista novamente (várias vezes porque vale a pena) Quase Famosos, onde ela interpreta a groupie de nome estranho, Polexia Aphrodisia.

No próximo Receituário: alguém tem alguma idéia?