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sexta-feira, 19 de junho de 2009

Quem é x e x?

Pois é, derrubaram a obrigatoriedade do diploma de jornalista. Tenho muito orgulho do meu diploma e só eu sei como os 8 semestres do curso fazem a diferença. Claro que não acredito que um certificado seja tudo na vida, mas a busca pelo conhecimento só tende a melhor o ser humano.

Um bando de "revolucionários" pensam que "se a casa já está suja, o melhor mesmo é fazer a festa", ou seja, acham que não precisar mais de Faculdade para ser jornalista é a oitava maravilha. Em termos práticos, provo que não.

Enquanto esbraveja em seu blog no Uol que todo curso de jornalismo é uma porcaria, André Forastieri esquece (ou esqueceu de ensinar quem faz isso por ele) que depois que a gente escreve um texto, ele precisa de revisão. Veja:

A nota publicado no blog Bis, da MTV é uma maravilha. Se ele prevê que "Vão fechar todos os cursos ou quase, espero, o que é bom para o futuro jornalismo brasileiro", é melhor você passar a ler apenas ficção.

A propósito, como ainda sou a "idiota" que pensa que diploma de jornalismo vale alguma coisa, respondo para o Forastieri quem são x e x: Martin L. Gore e Andrew Fletcher.

No próximo Receituário: o mundo é cheio de incertezas...

terça-feira, 14 de agosto de 2007

Portfólio I

O que é: um editorial
Aonde: publicado no Hipertexto
Quando: Julho de 2007
Observações: jornal publicado mensalmente na Famecos, no qual tenho o prazer em trabalhar como editora e esporadicamente como repórter. A idéia central do texto deveria ser o papel solidário de grupos como a Fundação Thiago Gonzaga, matéria central desta edição. Mas os acontecimentos com o avião da Tam e o Pan me fizeram seguir por um caminho um pouco diferente.

Aplauso e vaia, sorriso e lágrimas

Julho de 2007 foi um mês marcante para os brasileiros. Em tão pouco tempo foi possível experimentar sensações diferentes a ponto de criar uma grande confusão de sentimentos: aplausos e vaias, lágrimas e sorrisos, vitórias e derrotas, alegrias e tristezas...

Para a festa armada no início do Pan, o Brasil vestiu seus uniformes de torcida e viu seus melhores esportistas subirem no lugar mais alto do pódio. Infelizmente, no dia 17, tivemos que trocar nossas roupas e colocar o luto enquanto assistíamos centenas de famílias caírem de joelhos perante a força da dor da perda das vítimas do vôo 3054. Entre as perguntas e dúvidas que apareceram neste momento tão difícil, uma se destaca: como superar tantas perdas em tão pouco tempo? Por enquanto, a única resposta efetiva parece ser o poder da solidariedade.

Conhecendo intimamente o vazio das famílias vítimas do desastre da TAM, parentes de pessoas que estavam no avião da Gol, 10 meses atrás, no princípio do caos aéreo, fizeram questão de abrir os braços e acolher o sofrimento do próximo. Mas nem é preciso ter perdido alguém querido em um acidente como estes para sentir a mesma consternação. O país ficou órfão, seja de governo ou de atitudes que façam a diferença.

A instabilidade enfrentada mostra que, cada vez mais, são as nossas ações que fazem a diferença. Atitudes próximas, dentro da Universidade, são a prova que cada um pode fazer a diferença. No início de julho, a PUCRS firmou uma parceria com a Fundação Thiago Gonzaga para a instalação de um núcleo Vida Urgente, programa que alerta a sociedade para a necessidade de cuidados que evitem perdas de vidas abruptamente em acidentes de trânsito.

Situações difíceis são revertidas aos poucos com a união de indivíduos por o bem comum. Os acontecimentos do mês que passou deixaram lições que deveriam provocar a mudança do grito de guerra entoado com tanta força em diversas ocasiões. Eu sou brasileiro, com muito orgulho, muito amor e solidariedade. Essa parece ser a única forma de mudar o país e evitar outras tragédias, perdas e lágrimas como as de julho de 2007.

quarta-feira, 21 de março de 2007

O primeiro receituário...

Quanta informação você adquire em um dia? E quanta você perde? O grande fluxo de notícias diárias faz com que tenhamos que selecionar o que cada um acha essencial saber. A velocidade da comunicação deixa qualquer um para traz.

Alguns meses ausente do mundo "bloguístico" fizeram com eu fechasse pelo menos um olho para acontecimentos que mereciam ser comentados. The Police volta no Grammy? Boca Fechada! O novo James Bond é legal? Sem comentários! Lula muda o Ministério? Nada a declarar! Algo a dizer sobre João Hélio e Priscila Aprígio? Melhor não! Tanto tempo em silêncio já estava me afligindo e uma coceirinha na mão já não me deixavam em paz.

Eu vejo a vontade de escrever não como um vício, mas como uma necessidade que deve ser alimentada sem pudor algum porque através das palavras a gente pode começar a fazer alguma diferença, nem que seja para que aos poucos possamos existir para nós mesmos. Então chegou a hora de quebrar as correntes e colocar a cabeça para funcionar. E é dessa necessidade de usar as palavras, de falar, ouvir e ser ouvida que começa o Receituário Pop.

Ao contrário do meu antigo blog, aqui tudo cabe! A cultura contínua abrindo as portas, mas por ela também passarão comentários sobre política, economia, esportes... enfim o cotidiano marca presença. A única coisa que não serve para este lugar é o tédio. A idéia é informar através de um ponto de vista opinativo que dá oportunidade para a discussão de pensamentos. Quem tiver sugestão de pautas, temas para listas, discos, bandas, filmes, fatos e acontecimentos que gostariam de ver aqui é só sugerir. Com o tempo também haverá um lugar para os leitores que quiserem contribuir com suas próprias resenhas e textos que podem acabar sendo publicados. E também não dá para esquecer o Fotolog Receituário Pop, sempre com músicas traduzidas e fotos relacionadas aos textos do blog.

E se tudo parece confuso, com o tempo este blog vai criando uma cara própria, levando sempre em conta as críticas e sugestões vindas daqueles que passam por aqui. Por isso comentem, mandem emails, adicionem no msn, mandem scraps... formas de entrar em contato é o que não faltam. Agora é só esperar pelas novas colunas que vem pela frente, porque o Receituário Pop junta do novo ao velho, do real ao imaginário, sem discriminação.